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Chapter #123 - Super Back to the Future II


Nome do jogo: Super Back to the Future II
Desenvolvedora: Dafti / Toshiba EMI
Gênero(s): Plataforma
Modos de jogo: Single Player
Ano de Lançamento: 1993
Plataforma: Super Nintendo

É hoje meus caros gamers! Hoje é o tão aguardado dia da chegada de Marty McFly ao futuro, conforme ocorreu no filme de mesmo nome. Para comemorar esse dia especial, nada melhor do que falarmos nesse capítulo 123 sobre o próprio Super Back to the Future II de Super Nintendo! Um game de plataforma tradicional, mas com uma diferencinha básica, o jogo todo você está a bordo do hoverboard, o tal skate voador. O game é bem interessante e a trilha sonora foi super bem feita, reproduzindo fielmente o tema do filme para o console de 16 bits.



ENREDO:

O game segue o mesmo enredo do filme, onde o personagem principal, Marty McFly e Emmett vão para o futuro a bordo de seu DeLorean máquina do tempo. O objetivo é impedir o futuro filho de Marty de fazer cagadas. Porém ao retornar ao seu tempo, descobrem que alguém alterou a história, e Marty deve então retornar a 1955 para reverter toda essa situação. Logo mais descobrem que foi Biff quem alterou a história, Biff é o vilão principal do jogo.


JOGABILIDADE:

A jogabilidade é típica de um game de plataforma, você pula, anda para os lados, e dá umas cambalhotas no ar. Tudo a bordo do seu hoverboard. No game você percorre os períodos de 2015, 1985 e uma realidade alternativa de 1955. A única forma de derrotar os inimigos é saltando sobre suas cabeças, além de obstáculos comuns, Biff e sua gangue estão presentes no game. É interessante notar, que no decorrer do jogo você poderá coletar moedas, que poderão ser convertidas em alguns power-ups para turbinar seu personagem.

O único modo de jogo presente no game, é o modo história, Single Player. O game não possui muitas fases, são apenas 18 e mais um chefe final, e pode ser zerado facilmente em menos de uma hora de jogatina.


GRÁFICOS:

A parte gráfica do game é muito bonita, ainda mais levando em consideração a data de produção do jogo. Os sprites dos personagens ficaram muito bacanas e ricos em detalhes, até algumas expressões faciais podem ser notadas. Os efeitos de sombreamento também ficaram muito bonitos, você acaba tendo a falsa sensação de que alguns elementos são em 3D, apesar de não serem.

Quanto aos backgrounds, bem simples, porém com cores objetivas de acordo com a temática de cada fase, nada espetacular, mas é agradável aos olhos.


TRILHAS SONORAS E EFEITOS SONOROS:

A trilha do jogo ficou excelente, principalmente o tema original do filme, músicas super produzidas. Mas tem um porém, essa temática de trilha sonora não combina com esse game no estilo plataforma. As músicas se encaixariam perfeitamente se o game fosse um estilo de RPG, ou algo baseado em turnos. Ou seja, a trilha sonora é muito boa, porém não combina com o estilo do jogo.

Os efeitos sonoros do game são bem bobinhos e comuns, nada de fantástico, o que não quer dizer que sejam ruins.


DICAS:

No game você tem uma tela de passwords, onde ao digitá-los, retomará determinada fase.

Passwords:
Fase 01 - open
Fase 02 - boss
Fase 03 - head ou team
Fase 04 - frog
Fase 05 - iron
Fase 06 - bust
Fase 07 - wolf
Fase 08 - blue
Fase 09 - lion
Fase 10 - jack
Fase 11 - qeen ou queen
Fase 12 - king
Fase 13 - bear
Fase 14 - pink
Fase 15 - eyes
Fase 16 - rock
Fase 17 - zero
Fase 18 - wink
Final - biff


AVALIAÇÃO MARIO VERDE GAMES:



CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Prós: É um bom game, divertido, e pra quem curte o filme, torna tudo bem saudosista. Boa jogabilidade e com um bom enredo, apesar de ser uma cópia quase fiel do filme. Os gráficos são bem bonitos.

Contras: O game é muito curto e relativamente fácil, os efeitos sonoros acabam deixando um pouco a desejar.


RESUMINDO:

Para comemorar esse dia 21 de Outubro de 2015, nada como uma review sobre o clássico De volta para o Futuro 2, hoje, e exclusivamente hoje, vale muito a pena dar uma conferida nesse game. Em geral, é um bom jogo, mas nada que tenha feito muito sucesso por aqui. A propósito, o Marty McFly deu uma passada por aqui, batemos um papo... ele está muito satisfeito de como evoluímos tecnologicamente de 1985 para agora.


GAMEPLAY:

E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo de número 123 da saga Mario Verde, falamos sobre Super Back to the Future II de Super Nintendo! Até mais!

Chapter #122 - Age of Mythology


Nome do jogo: Age of Mythology
Desenvolvedora: Ensemble Studios
Gênero(s): Estratégia
Modos de jogo: Single Player, Multiplayer Online (ou em rede)
Ano de Lançamento: 2002
Plataforma: PC

Mais um capítulo da saga Mario Verde, capítulo de número 122 e o game de hoje e nada mais, nada menos do que Age of Mythology! Tomando uma vertente um pouco diferente dos seus antecedentes, o Age of Empires, Mythology resgata as mais variadas mitologias em um game de estratégia em tempo real repleto de táticas e velocidade. Um game que representa muito bem a sua temática, tem gráficos relativamente bonitos e uma trilha sonora que o deixa bem ambientado com o clima do game.


ENREDO:

A história do game é bastante complexa e envolve as três civilizações do game, gregos, egípcios e nórdicos. Tudo começa quando um grupo de piratas decide conquistar Atlântida, e para isso roubam o tridente de Poseidon. O herói designado para recuperar o tridente é Arkantos.

O game passa pelas várias mitologias e o enredo vai ganhando novos rumos conforme você vai concluindo a campanha. Desde a missão do Cavalo de Tróia, fechar portões, derrotar deuses, enfim, toda a história de Arkantos é desenrolada, até ele se tornar um deus.

Mais além outras várias campanhas foram criadas e disponibilizadas para download, como por exemplo a história dos anões Brokk e Eitri. Uma expansão trazendo os Titãs também foi lançada um tempo depois. E após 13 anos temos a expansão Tale of The Dragon.


JOGABILIDADE:

Pra quem já jogava Age of Empires, jogar o Mythology é um mamão com açúcar. Porém para os novatos, pode parecer complicado de início, causando uma frustração imediata. Como já mencionamos anteriormente, são três os povos disponíveis no jogo, os gregos, egípcios e nórdicos.

Gregos: A especialidade são os batedores, além dos Seiya de Pégasus e dos Hipocampos. Os humanos gregos são mais fortes do que os humanos de outras civilizações, e o povo vem recheado de heróis mitológicos, como Teseu, Héracles, Odisseu, Aquiles, Jasão, entre muitos outros.

Egípcios: Sua especialidade é a defesa, o herói do povo é um Faraó, que sempre ressuscita ao morrer. Os egípcios também possuem elefantes de guerra, que são bem eficazes para destruir as construções inimigas.

Nórdicos: Anões são as principais armas do povo de Odin, o herói nórdico é o Hersir. Usando Baldr e Ragnarok, você pode transformar simples coletores em heróis.

Quanto a jogabilidade, você deverá clicar nas ações e nos locais para seus personagens realizarem as tarefas. De princípio você deverá coletar os recursos básicos, para construir sua civilização e seus guerreiros, para depois invadir os  territórios inimigos e conquistar o mapa. O game conta com vários mapas, e com localizações aleatórias de recursos, conforme você vai conquistando os perímetros, terá maiores chances de se dar bem no jogo.

Outra novidade no jogo foi a expansão Titãs, que trouxe os monstros mitológicos gigantes para ajudar suas devidas civilizações, além de outros vários diferenciais. Com isso é possível invocar Anúbis gigante, cérberos gigantes, entre outros Titãs.



GRÁFICOS:

A parte gráfica do game é bastante interessante, a câmera fica na diagonal superior, dando uma sensação boa do 3D do jogo. Por a câmera ser superior, e as construções relativamente pequenininhas, te da a sensação de você ser um ser superior, como um deus, assim dizendo, com poderes para criar e destruir.

Os cenários e as construções são repletas de detalhes e cores que combinam perfeitamente com o ambiente. Já os personagens, deixam um pouco a desejar na parte gráfica, em geral são todos iguais e com um design não tão atraente.


TRILHA SONORA E EFEITOS SONOROS:

Quanto a parte sonora que mais chama atenção no jogo, é que o game foi totalmente dublado e com legendas em português, os personagens falando no nosso idioma é bem gratificante, e a dublagem ficou bem maneira.

A trilha sonora é legal, e combina bastante com a temática do jogo, porém as músicas são todas muito simples, mas não chega a incomodar. Já os efeitos sonoros, são bem legais, sons de batidas, madeiras, fogo, entre outros, são fielmente reproduzidos.


MODOS DE JOGO:

O modo principal é o Campanha, aonde você controla Arkantos e sua trupe, são várias as missões a serem realizadas nessa campanha. Porém o grande destaque do game fica por conta do multiplayer.

O multiplayer é bem simples de explicar, você escolhe um povo e um deus, e seu rival faz o mesmo, nisso você é jogado em algum canto do mapa, e seu inimigo em outro canto. Dependendo de como você configurou a partida, ganhará quando derrotar todos os inimigos, ou quando conquistar determinadas coisas.

O louco de tudo isso, é que da pra jogar com várias pessoas no mesmo mapa, deixando a partida muito mais complexa e interessante... o jogo lhe da a opção de se aliar com um povo durante determinado tempo, afim de que ambos derrotem um inimigo em comum. Por isso a parte estratégica está 100% presente no jogo.


DICAS:

Durante a partida, aperte ENTER e digite os seguintes códigos, em maiúsculo:

UNK FOOD NIGHT – 1000 de comida.
ATM OF EREBUS – 1000 de ouro.
TROJAN HORSE FOR SALE – 1000 de madeira.
MOUNT OLYMPUS – 200 de Favor.
BAWK BAWK BOOM – Ativa o god power chamado Chicken Storm.
DIVINE INTERVENTION – Ativa todos os god power já usados.
GOATUNHEIM – Ativa o god power goatunheim, que transforma todos em cabras.
FEAR THE FORAGE – Ativa o god power Walking berry bushes.
WRATH OF THE GODS – Ativa o god power Lightning storm, earthquake, meteor, tornado.
L33T SUPA H4X0R – Construções muito mais rápidas.
WUV WOO – Um hipopótamo rosa voador se junta ao seu exército.
TINES OF POWER – Um gigante com um tridente se junta ao seu exército.
LAY OF THE LAND – Mostra o mapa completo.
UNCERTAINTY AND DOUBT – Oculta uma parte do mapa.
O CANADA – Um urso que usa uma capa com a bandeira do Canadá se junta ao seu exército.
PANDORAS BOX – Consegue novos god powers.
IN DARKEST NIGHT – O jogo fica a noite.
RED TIDE – A água fica vermelha.
SET ASCENDANT – Mostra todos os animais do mapa.
CONSIDER THE INTERNET – Deixa as unidades mais lentas.
ISIS HEAR MY PLEA – No modo de campanha, faz aparecer todos os heróis.
CHANNEL SURFING – Vai para a próxima fase.
THRILL OF VICTORY – Ganha a fase atual.

Após digitar o código, tecle ENTER novamente para ativá-lo.


AVALIAÇÃO MARIO VERDE GAMES

Confira agora a avaliação Mario Verde Games sobre o jogo:



CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Prós: É um game bem divertido, principalmente pra quem curte deuses e mitologias, repleto de estratégias, além do multiplayer que é fantástico.

Contras: A trilha sonora poderia ser um pouco mais caprichada, e os gráficos dos personagens também. O modo campanha também poderia ser maior e abordar outros heróis, e não só Arkantos.


RESUMINDO:

Age of Mythologys é um dos melhores games de estratégia que eu já joguei, extremamente divertido, lembro que eu jogava no notebook contra o meu irmão que jogava no PC, altas jogatinas e altas risadas. Um fato curioso é que agora, depois de 13 anos, está pra lançar uma nova expansão do jogo, intitulada Tale of the Dragon! Você não pode perder!



GAMEPLAY:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo de número 122 da saga Mario Verde, falamos sobre Age of Mythology de PC! Até mais!

Chapter #121 - Dragon Ball GT: Final Bout


Nome do jogo: Dragon Ball GT: Final Bout
Desenvolvedora: Tose / Bandai
Gênero(s): Luta
Modos de jogo: Single Player, Multiplayer
Ano de lançamento: 1997
Plataformas: Playstation

Capítulo 121 da saga Mario Verde, nesse mês em que Dragon Ball está bem em evidência, falaremos de um clássico que marcou época no Playstation, Dragon Ball GT: Final Bout! Trouxe os primeiros gráficos 3D da franquia, com personagens inéditos até então no console, os famosos guerreiros GT. Os gráficos eram inovadores para a franquia na época (eu disse inovadores, não disse que eram bons), além da trilha sonora e efeitos sonoros que faziam jus a série.


ENREDO:

O game em si não possui um enredo, apenas foi reunida a galera do Dragon Ball GT para combates 1 contra 1. O game não conta com muitos personagens, inclusive conta com vários repetidos, ou seja, Goku criança, Goku adulto, Goku isso, Goku aquilo... mas tudo bem, os personagens presentes são bacaninhas. Inicialmente temos apenas 10 personagens disponíveis, os outros são desbloqueados conforme for progredindo no game. Além do Goku SSJ 4, que é desbloqueado apenas por código. Existe o Super Oozaru Baby, porém é liberado apenas com código de Game Shark, então não consideramos ele como um personagem jogável, mas ele está presente como inimigo. A imagem seguinte mostra os personagens disponíveis.


JOGABILIDADE:

Apesar dos personagens serem todos em 3D, o sistema de batalhas é em 2D, apenas algumas poucas animações são realmente em 3D. Como em qualquer game de Dragon Ball, você possui duas barras, a de vida e a barra do ki, necessária para utilizar os golpes de ki (dãã). A velocidade do jogo é meio desanimadora, os personagens parecem umas lesmas, mas tudo bem. Os comandos são bem tranquilos e da pra soltar todos os ataques especiais facilmente.

Uma coisa que eu senti falta no jogo foi a possibilidade de se transformar no jogo. Se você quer virar Super Saiyajin com o Goku por exemplo, deve escolher antes da luta o char Super Saiyajin, pois durante a luta não existe transformações. Isso contribuiu bastante com os chars 'repetidos'.


GRÁFICOS:

Como mencionado anteriormente, os gráficos em terceira dimensão foram uma novidade para a franquia, porém nessa mesma época já existiam outros títulos com gráficos muito superiores, o que faz essa inovação não passar de uma obrigatoriedade, e sim, deveriam ter melhorado e muito os gráficos.

O designe dos personagens estão ok, da pra saber quem é quem, mas falta detalhes, muuuuitos detalhes. Quanto aos cenários, estão bonitinhos até, mas a falta de criatividade foi absurda também, poderia haver muito mais cenários no jogo.

A parte gráfica que salva o jogo, são as animações totalmente 3D das técnicas especiais dos lutadores. É bem divertidinho ver um Kamehameha ou uma Genki Dama nesse jogo. O vídeo de abertura também é bem divertido, criaram uma animação inédita para o game!


TRILHA SONORA E EFEITOS SONOROS:

A trilha sonora está ok, poderia ser um pouco mais animada, mas também não chega a ser desagradável. Os efeitos sonoros ficaram bem bacanas, lembram bem os efeitos utilizados no anime. Uma novidade nesse jogo (que eu particularmente não gosto), foi que pela primeira vez, um game do Dragon Ball foi dublado em inglês. Pra quem gosta foi um prato cheio.


MODOS DE JOGO:

O modo Versus estava presente, onde você podia jogar contra um amigo, ou contra a própria máquina. Também havia o modo normal onde os personagens extras eram desbloqueados. E o modo mais legal de todos, o modo Torneio de Artes Marciais, onde simulava algo parecido com os torneios que ocorreram no anime.


DICAS:

Liberar personagens
Quando Goku aparecer na tela de 'press start', pressione: direita, esquerda, baixo, cima, direita, esquerda, baixo, cima

Goku SSJ 4
Depois de realizar o código anterior, na tela 'press start', pressione: triangulo 9 vezes, depois X 11 vezes

Poder ilimitado
Na tela de abertura, pressione: triangulo, X, triangulo, X, triangulo, triangulo, quadrado, quadrado


AVALIAÇÃO MARIO VERDE GAMES:

Confira agora a avaliação Mario Verde Games sobre o jogo:



CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Prós: O game é legalzinho, na época que foi lançado era bem mais legal. Os gráficos em 3D foram novidade, e os efeitos sonoros eram tops.

Contras: Poucos personagens, e fraco em detalhes gráficos.


RESUMINDO:

Dragon Ball GT: Final Bout é um titulo interessante pra quem curte a saga GT, eu tinha um CD em que tinha a coletânea com os 3 jogos do Dragon Ball lançados para Playstation, ai sim valia a pena. O game sozinho não vale muito, mas é interessante de se experimentar. Falando em Dragon Ball GT, aposto que ele vai ser desconsiderado, pois pra quem não sabe ainda e está meio por fora, esse mês foi lançada uma nova saga inédita de Dragon Ball, chamada de Dragon Ball Super! Narra a história dos acontecimentos logo após a saga Buu, vale a pena conferir, a série está bem engraçada e promete bastante emoção, ta aí a dica!


GAMEPLAY:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo de número 121 da saga Mario Verde, falamos sobre Dragon Ball GT: Final Bout de Playstation! Até mais!

Chapter #120 - Street Fighter: The Movie


Nome do jogo: Street Fighter: The Movie
Desenvolvedora: Capcom / Acclain
Gênero(s): Luta
Modos de jogo: Single Player / Multiplayer
Ano de Lançamento: 1995
Plataformas: Playstation, Arcade, Sega Saturn

Muito bem amigos, mais um capítulo da Saga Mario Verde, capítulo de número 120! O jogo de hoje pode ser meio polêmico, porém é bastante curioso, estamos falando de Street Fighter: The Movie! Baseado no filme Street Fighter: A Última Batalha, estrelado por Jean-Claude Van Damme, trouxe uma enorme inovação na série, gráficos com sprites digitalizados, semelhantes ao do rival Mortal Kombat, o fato mais curioso é que a produção do game teve uma parceria da Capcom com a Acclain, produtora do próprio Mortal Kombat! O game apesar de inovador, não agradou aos fãs, e acabou se tornando um fracasso.




ENREDO:

Seguindo o enredo do filme,  onde o exército de Shadawloo fez alguns reféns para chantagear as Nações Unidas. Bison pede em troca desses reféns 20 Bilhões de dólares, para ele criar bio soldados genéticos. Bison também sequestra o Dr. Dhalsim para ajudá-lo na criação desse soldado. Sim... Dhalsim é um doutor nesse filme kkkkk. O soldado criado é conhecido da galera, o nosso querido brasileiro Blanka!

Já os heróis do filme contradizem um pouco com o enredo original da série, Ken e Ryu são praticamente figurantes, que vendem armas de plástico para os mercenários de Shadowloo. O papel de mocinho fica para o ator Jean-Claude Van Damme, que interpreta o general Guile. Chun-Li e T-Hawk também são protagonistas.



JOGABILIDADE:

O game se comparado com outros jogos da série Street Fighter, tem uma dificuldade bem superior, já os seus comandos são semelhantes aos de sempre, meia lua e soco solta Hadouken, e assim por diante. O game também recebeu algumas inovações, como alguns super combos, e os movimentos Zero Counter e Parry.

Uma curiosidade idiota, é que o golpe Shinku Tatsumaki Senpukyaku do Ryu é executado do lado contrário! Também existem outros personagens que não existem nos demais games, que são baseados somente no filme. Felizmente os nosso golpes favoritos da série também estão presentes no game, além claro dos principais lutadores... até o Akuma está no game!

Os personagens presentes no game são: Guile, Akuma, Balrog, Blade, Blanka, Dee Jay, Cammy, Chun-Li, E. Honda, Ken, Ryu, M. Bison, Sagat, Sawada, Vega e Zangief.





GRÁFICOS:

A parte gráfica do game é o ponto mais positivo, porém também o mais negativo do game. Esse paradoxo se causa por um fato simples, foi uma super inovação, porém manchou a cara da série.

Com esse sistema de sprites digitalizados, o game ficou mesmo com uma cara de Mortal Kombat, mas ficou até que interessante. Os backgrounds do game também ficaram loucos, até a 'plateia' é toda digitalizada, com cenários totalmente 3D, dando a sensação mesmo de estar 'jogando o filme'.

Uma curiosidade fica por conta das roupas secundárias dos personágens, foi jogado apenas um filtro de luz no char inteiro, para mudar a cor da roupa, isso acabou mudando também a cor da pele dos lutadores.

O que ferra mesmo a parte gráfica do game, são os movimentos robóticos dos personagens, acaba deixando o game bem decepcionante. Os efeitos das magias também não são nada satisfatórios, parece uma mistura de desenho animado com filme, o resultado final não ficou muito legal.


TRILHA SONORA E EFEITOS SONOROS:

A trilha sonora se parece bastante com a trilha do filme, nada das clássicas músicas já conhecidas. As músicas em si não são ruins, mas ficaram deixando a desejar.

Os efeitos sonoros ficaram bem semelhantes aos demais games da série, sem inovações, exceto pela voz do narrador, que ficou tosca demais, parece estar anunciando um velório, e não uma luta.


MODOS DE JOGO:

O game conta com o modo história, onde você joga apenas com o personagen principal, o General Guile, interpretado por Van Damme. É bem clássico, você enfrenta uma série de inimigos, até enfrentar o chefe final Bison.

Existe também o modo Arcade onde você pode escolher qual personagem usar, e luta ou contra algum amigo, ou contra o próprio computador. Há também o modo de treino, que dispensa comentários.


DICAS:

Menu de opções secreto
Aperte Start para pausar o game, e na sequência aperte Select. Um menu com opções de som e controle ficará disponível.

Enfrente Akuma
Termine o jogo sem perder nenhuma luta, e finalize os rounds com Super Combo, consiga pelo menos 3 Perfects. E tenha a pontuação final superior a 1.600.000.


AVALIAÇÃO MARIO VERDE GAMES:

Confira agora a avaliação Mario Verde Games sobre o jogo:




CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Prós: Valeu a tentativa da Capcom de produzir algo diferente do comum, boa variedade de personagens e movimentos fieis a franquia. Uma das melhores coisas do game é que colocaram cenas do Filme no lugar das animações, deu um toque bacana.

Contras: A trilha sonora é fraca, o jogo é bem enjoativo e apesar da proposta do game ser diferente do normal, acabou não agradando a maioria dos fãs, tornando o jogo bastante impopular.


RESUMINDO:

Apesar de Street Fighter ser a minha série de luta favorita, Street Fighter: The Movie é um game que eu não compraria, a tentativa de reproduzir o filme em um game acabou se tornando um fracasso. Bom, pelo menos da pra dar algumas risadas jogando isso, já que alguns aspectos do game ficaram bem bizarros. Uma curiosidade é que por pouco esse game não foi batizado de Street Fighter III, seria trágico.



GAMEPLAY:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo de número 120 da saga Mario Verde, falamos sobre Street Fighter: The Movie de Playstation! Até mais!

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