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Chapter #010 - Silent Hill


O jogo de hoje é o que muitos comentam sobre ser um dos primeiros a realmente meter sustos no jogador, quando todos diziam que Resident Evil era o melhor game de terror de todos os tempos, lançam Silent Hill, um jogo de terror mais voltado ao psicológico, game esse que faz ficarmos arrepiados 90% do jogo, os outros 10% são com o coração na boca. Confesso que só tive coragem de zerar este jogo final de 2012 em uma maratona de terror que eu fiz, e olha que o conheço desde 1999. A trilha sonora também é diferenciada,e já remete um pouco de medo.


A história do jogo é a seguinte, Harry Mason, que é o personagem principal, juntamente com a sua esposa, encontraram a 7 anos atrás na estrada, um bebê, eles resolveram adota-la e cria-la como uma filha, mesmo após o falecimento da esposa, Harry continuou amando a menina como se fosse sua própria filha, eles deram o nome a ela de Cheryl. O jogo começa com Harry e Cheryl viajando de carro para Silent Hill (uma cidade sombria que veremos mais pra frente). Alguns eventos estranhos ocorrem durante a viagem, mas o mais significante é quando aparece uma criança no meio da estrada, Harry tente desviar mas acaba perdendo o controle do carro e se acidenta. Alguns minutos depois Harry acorda, e vê que Cheryl não está mais no carro e parte para procurá-la. A cidade está completamente cheia de neblina, é quase impossível ver alguma coisa, mas ele parte na busca pela sua filha.

Essa é a parte normal da cidade, com neblina e sangue...

A cidade está tomada por um mal que Harry a principio não consegue entender, Silent Hill é dividida em duas partes, o mundo 'normal' e o mundo 'alternativo' aonde fica tudo completamente macabro. Harry é atacado por seres macabros e acaba desmaiando, acordando um tempo depois em uma lanchonete, acompanhado de uma policial chamada Cybil, que entrega a Harry um rádio e uma arma. Esse rádio entra em 'sintonia' com os monstros, causando um som de interferência, podendo assim identificar quando um monstro está próximo, mas isso só faz ficarmos mais tensos e mais amedrontados. Harry então sai para procurar Cheryl, conforme o andamento do jogo, a cidade fica totalmente escuro, tornando tudo ainda mais amedrontador do que já estava.

Com a cidade escura, fica mais complicado encontrar os inimigos.

Conforme o jogo vai passando, você entra no mundo alternativo da cidade, aonde é tudo bem estranho, as ruas são feitas de grades, portas dão para lugares distantes, como se atravessassem dimensões e com certeza você estará completamente arrepiado, pois o cenário é realmente perturbador. Aqui os monstros são mais frequentes e você poderá encontrar alguma dificuldade com o progresso do jogo. O jogo também é repleto de puzzles, o que torna o jogo ainda mais difícil, pois muitas vezes você está em um ponto da cidade, e é obrigado a ir lá longe, e depois voltar no começo para encontrar alguma chave, tornando o jogo meio demorado e você sofrendo mais tempo com esse terror psicológico.

O mundo alternativo pode ser bem perturbador, aonde as leis da física são inexistentes.


Após alguns eventos, Harry descobre que a fonte do mal que está presente em Silent Hill, vem de uma garota misteriosa chamada Alessa. A história de Alessa é a seguinte, ela tinha poderes psíquicos e era chamada de bruxa na escola, sua mãe Dahlia adorava a um antigo deus chamado Samael, e para revivê-lo entregou sua filha para sacrifício queimando-a. Alessa com o corpo 100% queimado, misteriosamente sobrevive ao sacrifício, e tomada de ódio divide sua alma em 2, uma ficando trancada no hospital da cidade e a outra foi entregada a Harry Mason em forma de criança, a Cheryl. Por isso Cheryl era atraída para Silent Hill. Então quando Cheryl chega em Silent Hill, Alessa acorda e sai do hospital em busca da sua outra metade, os maiores medos de Alessa tornam-se 'reais' e por isso existe a Silent Hill alternativa, que nada mais é que a cidade tomada pelos pesadelos psicóticos de Alessa.


O plano de Alessa era impedir que ocorresse novamente a invocação do deus Samael, mas devido aos atos de Harry, seu plano falha e Samael é invocado. Após os eventos finais do jogo,  Alessa e Cheryl se fundem novamente e dão vida a Samael, de acordo com os planos de Dahlia, porém Samael mata Dahlia e vai enfrentar Harry. Após Harry derrotar Samael, ele volta a ser Alessa com um bebê no colo, e entrega esse bebê a Harry, e Harry vai embora com o bebê no colo juntamente com Cybil que também sobrevive, bebê este que se tornaria a personagem principal de Silent Hill 3, Heather Mason. Alessa e os demais personagens que estavam na cena morrem. Agora confira o gameplay do jogo:



Silent Hill ainda conta com finais alternativo dependendo de suas escolhas durante o game, mas é isso aí, não teve final feliz, e esse é Silent Hill, um dos maiores títulos de terror de todos os tempos que já conta com 8 jogos com a trama principal, e alguns paralelos. E é isso aí pessoal, esse foi o décimo capítulo da saga Mario Verde, falamos sobre o game Silent Hill de Playstation! Até mais!

Chapter #009 - International Superstar Soccer


Capítulo 9 da saga Mario Verde Games, e hoje falaremos sobre este clássico do Super Nintendo, o mais revolucionário game de futebol da época, International Superstar Soccer. Criado em 1995 pela Konami, o game trouxe gráficos com detalhes nunca antes vistos em jogos de futebol, o jogo não tinha licença para ter os nomes reais dos jogadores, mas os mesmos apesar dos nomes fictícios foram baseados nos craques da Copa do Mundo de 1994, ISS foi o primeiro game do gênero a incluir narração, deixando o jogo muito mais divertido. Apesar dos nomes falsos, os tipos de cabelo e suas cores faziam que você identificasse alguns jogadores.


Além dos gráficos amigáveis, a jogabilidade era incrível, era possível fazer tabelinhas, dar dribles facilmente, dar carretilha entre outros, os goleiros eram os fodásticos do game, pra quem não tinha as manhas, era realmente difícil passar pelos goleiros que faziam defesas milagrosas frequentemente, mas com um pouco de prática ficava fácil passar do goleiro e fazer placares elásticos no game. Duas coisas bacanas que eu me lembro do jogo, era fazer gol de goleiro, muito legal, e a outra coisa era a mais engraçada, chutar a bola no câmera-man que ele caia pra trás. Lembro-me muito bem deste game, pois assim como Donkey Kong, este foi meu primeiro game, ganhei os dois no mesmo dia rsrsrs.


Cobrar pênaltis sempre foi muito divertido nesse jogo, os jogos atuais foram baseados neste. Outro fator interessante era que além das várias seleções que podiam ser escolhidas, também era possível escolher qual o arbitro da partida, e qual o tipo de gramado, além da temperatura ambiente, que podia ser sol, chuva ou neve. Outra coisa maneira era que quando se vencia alguns dos campeonatos disponíveis, desbloqueava-se a Super Seleção, com os melhores jogadores de cada país, aquilo sim era um time imbatível. O jogo contava com alguns modos, amistoso, copa, liga e disputa de pênaltis, além de um modo bem peculiar chamado Scenários, aonde você tinha um tempo limitado de jogo, por exemplo, você estar perdendo por 1x0 restando 30 segundos de jogo em uma lateral para o rival, ou uns mais fáceis, como você estar ganhando por 2x1 restando 1 minuto e ser um escanteio para você, era um modo bem legal e com certa dificuldade.


E como em todo jogo, um dos 'personagens' sempre irá se destacar dos demais... foi aí que nasceu o Mito Allejo, camisa 7 da seleção brasileira, o cara era diferenciado dos demais, suas habilidades eram espetaculares e rezam lendas de que em uma única partida já conseguiram fazer mais de 50 gols só com o Allejo, este que era baseado no craque Bebeto. Eu como sempre sou do contra, meu jogador favorito era o Redonda da Argentina, que era baseado no Redondo... (dãã). Redonda era tão bom quanto o Allejo e tinhamos altos embates quando os dois se enfrentavam. Na imagem abaixo temos um close do craque Allejo.

No mesmo ano em que foi lançado esse game, lançaram uma espécie de ISS 2, intitulado International Superstar Soccer Deluxe, em que falaremos algum outro dia. agora vamos ao que interessa, o gameplay deste clássico do Super Nintendo.


E é isso aí pessoal, esse foi o nono capítulo da saga Mario Verde, falamos sobre o game International Superstar Soccer de Super Nintendo! Até mais!

Chapter #008 - Revolution X


Oitavo capítulo da saga Mario Verde vamos falar sobre um dos jogos mais trashs que eu já joguei, é incrivelmente tosco, mas pelo fato de ser um jogo do Aerosmith até vale a pena conhecer hahaha. O nome do jogo é Revolution X, foi lançado para Arcade em 1994, e posteriormente para vários consoles. O game é um shooter em primeira pessoa, aonde você só controla um alvo, podendo atirar com armas, ou atirar uns discos de vinil doidos. Vamos ao bom do jogo, a trilha sonora:



A trama do jogo é a seguinte, a banda Aerosmith estava se apresentando no Club X, no meio da apresentação um grupo de forças militares que queriam governar o mundo, e estavam proibindo todo tipo de entretenimento, aparecem e sequestram a banda. Agora, é dever seu, o simples mortal que estava assistindo ao show, viajar pelo mundo detonando as forças do mal e espalhando catchup por todo canto para salvar seus ídolos. Após derrotar os soldados que estão no Club X, o jogador parte para o camarim da banda, aonde Steven Tyler aparece na televisão, fala conosco e joga as chaves da sua Lamborghini para nós podermos viajar.


O jogador passa por diversos lugares como a selva, o oriente médio entre outros locais non sense, quando você mata um inimigo, ele meio que explode e voa sangue por todo lado, que mais parece catchup. Os 5 membros da banda estão escondido em locais diferentes, e todos devem ser salvos. Ao final do jogo você chega ao Estádio de Wembley para enfrentar o líder da organização e salvar a banda. O jogo é tão ruim que chega a ser difícil comentar sobre ele, as duas únicas coisas que salvam o jogo são: as mulheres, que estão por toda parte de biquine, dançando, ou trabalhando na enxada, e a trilha sonora, composta de músicas do Aerosmith trazendo alegria alegria para nós.



Por ser um jogo totalmente trash, certamente todas as cenas são bem trashs, mas uma que sempre me chamou atenção foi o guitarrista Joe Perry voando com sua guitarra kkk hilário.


Mas chega de papo furado, esse jogo é uma bosta mesmo, confira o gameplay dele e delicíe-se com esta obra de arte produzida pela Midway:



E é isso aí pessoal, esse foi o oitavo capítulo da saga Mario Verde, falamos sobre o game trash de Arcade, Revolution X! Até mais!

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